
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou nesta terça-feira (2) que dois componentes fundamentais para controle da aeronave estavam desconectados durante o voo do helicóptero PP-LLS que levou à morte de Thomaz Rodrigues Alckmin, o filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
Por meio de nota, a FAB informou que os "controles flexíveis" e as "alavancas", que são dois componentes fundamentais para controlar a aeronave durante o voo, estavam desconectados antes da decolagem. A nota não informa, entretanto, o motivo pelo qual os itens estavam desconectados.
O exame dos destroços do acidente apontam que os danos nos componentes da aeronave foram consequências e não causas da queda, segundo informou a FAB. Além disso, o órgão declarou que as evidências, até o momento, apontam que o comandante pilotou o helicóptero em todas as fases do voo.
O voo do dia do acidente foi o primeiro daquele helicóptero após quase dois meses de intervenções previstas de manutenção, conforme a FAB. O órgão comunicou que a comissão que investiga o acidente estuda os documentos do helicóptero e os serviços realizados pelas empresas de manutenção.
A nota informa que, "pelo fato de a investigação estar em andamento, ainda não é possível apontar conclusões acerca dos fatores contribuintes que desencadearam o acidente". Além disso, a FAB aponta que os acidentes aeronáuticos não ocorrem por uma causa isolada, mas por uma série de fatores contribuintes encadeados.

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