
Três membros de uma organização criminosa transnacional de contrabando de cigarros foram presos pela Polícia Federal nesta terça-feira em Minas Gerais durante a Operação Macaia. Os produtos eram trazidos do Paraguai e comercializados ilegalmente no estado. Um dos presos, segundo a PF, é o líder da quadrilha.
Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, oito de condução coercitiva, cinco de busca e apreensão, além de sequestro de imóveis, apreensão de veículos de luxo e bloqueio de contas bancárias, como estratégia de recuperação de ativos do esquema criminoso.
Conforme a PF, há suspeitas de que o chefe da organização criminosa seja o maior comerciante atacadista de cigarros contrabandeados em Minas. A distribuição era feita, também, no Rio de Janeiro e Sergipe. A quadrilha mantinha bases operacionais nas cidades de Catanduva (SP) e Belo Horizonte. Mandados judiciais foram cumpridos por um efetivo de 60 policiais federais, nesta manhã, em centros de distribuição dos cigarros.
Para lavar o dinheiro obtido com a venda do contrabando, a organização criminosa usava um escritório de contabilidade, localizado no Centro da capital mineira e contas bancárias de empresas de fachada. Foi identificada ainda uma conta em um paraíso fiscal, sediado no Panamá, possivelmente usado para lavar os ativos da quadrilha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário